sábado, 18 de agosto de 2012

Gincana - Turma da 8ª Série A



Valeu 8ª Série A!!
Quero parabenizar a todos os meus alunos e alunas que participaram da nossa IV Gincana Estudantil, pelo empenho, comprometimento, força, união e comportamento.
Parabéns pelo 2° lugar!!!


Nossa torcida.

Todo mundo animado.

Asafe acertando todas as perguntas(pra variar!)

Asafe, Dhulya e Mikeline(acertaram todas!)


Bradley e Igor na prova da música.


Era só animação.

Nosso grupo de dança.


Foi mesmo um São João na roça Adélia Leal




Vocês arrasaram...







Momento de comemoração!

Somos 2° Lugar!!!!


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Anúncios Publicitários - 7ª Série A e B


Nessa atividade os grupos foram desafiados a criar propagandas de produtos variados, como  o slogan, a marca e todas as outras características desse gênero textual.

Vamos ver os três melhores anúncios escolhidos pela galera:
Turma: 7ª Série A
1° Lugar: Refrigerante Eterno - Grupo: José Alves Neto, Tiago Gomes, Everton e Jonathan
2° Lugar: Super Chocolate - Grupo: Dayane. Karen, Aline Bruna e Clécia
3° Lugar: Carro Esnetic - Grupo: Renata, Rúbia, Francielly, Emanuel e Pedro

Turma: 7ª Série B
1° Lugar: Televisão Tecno Vision - Grupo: Glícia, Anderson, Isaac, Thiago Matheus e Beatriz
2° Lugar: Refrigerante Guara + - Grupo: Andreza, Aline Andrade, Joyce, Letícia Mayane, Ravi e Letícia Mirele
3° Lugar: Carro Fava Fox - Grupo: Thayná, Maria Eduarda, Stefane, Gustavo Antônio e Alberto


3° Lugar - 7ª Série B

1° Lugar - 7ª Série B



2° Lugar - 7ª Série A

1° Lugar - 7ª Série B


3° Lugar - 7ª Série A

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Vamos nos divertir com uma boa leitura!

ATITUDE SUSPEITA
Sempre me intriga a notícia de que alguém foi preso “em atitude suspeita”. É uma frase cheia de significados. Existiriam atitudes inocentes e atitudes duvidosas diante da vida e das coisas e qualquer um de nós estaria sujeito a, distraidamente, assumir uma atitude que dá cadeia!
— Delegado, prendemos este cidadão em atitude suspeita.
— Suspeita.
— Compreendo. Bom trabalho, rapazes. E o que é que ele alega?
— Diz que não estava fazendo nada e protestou contra a prisão.
— Hmm. Suspeitíssimo. Se fosse inocente não teria medo de vir dar explicações.
— Mas eu não tenho o que explicar! Sou inocente!
— É o que todos dizem, meu caro. A sua situação é preta. Temos ordem de limpara cidade de pessoas em atitudes suspeitas.
— Mas eu não só estava esperando o ônibus!
— Ele fingia que estava esperando um ônibus, delegado. Foi o que despertou a nossa suspeita.
— Ah! Aposto que não havia nem uma parada de ônibus por perto. Como é que ele explicou isso?
— Havia uma parada sim, delegado. O que confirmou a nossa suspeita. Ele obviamente escolheu uma parada de ônibus para fingir que espera o ônibus sem despertar suspeita.
— E o cara-de-pau ainda se declara inocente! Quer dizer que passava ônibus, passava ônibus e ele ali fingindo que o próximo é que era o dele? A gente vê cada uma…
— Não senhor, delegado. No primeiro ônibus que apareceu ela ia subir, mas nós agarramos ele primeiro.
— Era o meu ônibus, o ônibus que eu pego todos os dias para ir pra casa! Sou inocente!
— É a segunda vez que o senhor se declara inocente, o que é muito suspeito. Se é mesmo inocente, por que insistir tanto que é?
— E se eu me declarar culpado, o senhor vai me considerar inocente?
—Claro que não. Nenhum inocente se declara culpado, mas todo culpado se declara inocente. Se o senhor é tão inocente assim, por que estava tentando fugir?
— Fugir, como?
— Fugir no ônibus. Quando foi preso.
— Mas eu não tentava fugir. Era o meu ônibus, o que eu tomo sempre!
— Ora, meu amigo. O senhor pensa que alguém aqui é criança? O senhor estava fingindo que esperava um ônibus, em atitude suspeita, quando suspeitou destes dois agentes da lei ao seu lado. Tentou fugir e…
— Foi isso mesmo. Isso mesmo! Tentei fugir deles.
— Ah, uma confissão!
— Porque eles estavam em atitude suspeita, como o delegado acaba de dizer.
— O quê? Pense bem no que o senhor está dizendo. O senhor acusa estes dois agentes da lei de estarem em atitude suspeita?
— Acuso. Estavam fingindo que esperavam um ônibus e na verdade estavam me vigiando. Suspeitei da atitude deles e tentei fugir!
— Delegado…
— Calem-se! A conversa agora é outra. Como é que vocês querem que o público nos respeite se nós também andamos por aí em atitude suspeita? Temos que dar o exemplo. O cidadão pode ir embora. Está solto. Quanto a vocês…
— Delegado, com todo o respeito, achamos que esta atitude, mandando soltar um suspeito que confessou estar em atitude suspeita é um pouco…
— Um pouco? Um pouco?
— Suspeita.
(Luis Fernando Verissimo)

quinta-feira, 12 de julho de 2012






E aí pessoal! Estamos voltando de nossas férias curtas, porém muito importante para recarregar as baterias! Sejam todos bem-vindos e bem-vindas. Temos muitas atividades legais para realizarmos neste semestre:  a IV Gincana Adélia Leal, o dia do Estudante, a Olimpíada de Língua Portuguesa e outras que depois iremos descobrir.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Recesso Escolar!

Depois de um semestre de aprendizagem e descobertas, agora é hora de descansar e repor as energias! Não esqueçam que dia 12 de Julho estaremos de volta! Tenham um bom descanso!!!
Até breve.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Festa de São João - Luiz Gonzaga - O rei do baião!


Um Rei do Nordeste
A Escola Adélia Leal Ferreira realizará amanhã o encerramento do projeto de Luiz Gonzaga, vamos todos comemorar e apreciar as atividades dos nossos alunos e alunas.
Visitem o blog e acompanhem as novidades: www.umreidonordeste.blogspot.com




Trabalhando o Gênero Entrevista

Apresentações dos grupos sobre o Gênero Entrevista.
A turma da 8ª série A, entrevistou a professora Valdeilza, equipe do SAMU, entre outros, aplicando a estrutura do gênero estudado neste bimestre: a Entrevista.
Parabéns a todos e todas que realizaram as atividades!






terça-feira, 12 de junho de 2012




Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O Assalto - Luís Fernando Veríssimo

Alô? Quem tá falando?
— Aqui é o ladrão.
— Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
— Não, os funcionário tá tudo refém.
— Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
— Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
— Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
— Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
— Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
— Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
— Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
— Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um sequestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
— Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
— Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
— Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
— Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
— Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
— Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(um minuto depois)
— Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
— Puxa, que incrível!
— Incrive por que? Tu achava que era menos?
— Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
— Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
— Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
— Nadica de nada, já ta tudo acertado!
— Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(De repente, ouvem-se tiros, gritos)
— Ih, sujou! Puliça!
— Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado)
— Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!

                  

domingo, 13 de maio de 2012

Festa das Mães - Escola Adélia Leal Ferreira

Feliz Dia das Mães! 
O grupo Cochichando Poesias participou da festa das mães sussurando poemas.Foi uma noite muito bonita com a escola repleta de mães, como vocês podem conferir em nossa galeria de fotos!