quinta-feira, 12 de julho de 2012






E aí pessoal! Estamos voltando de nossas férias curtas, porém muito importante para recarregar as baterias! Sejam todos bem-vindos e bem-vindas. Temos muitas atividades legais para realizarmos neste semestre:  a IV Gincana Adélia Leal, o dia do Estudante, a Olimpíada de Língua Portuguesa e outras que depois iremos descobrir.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Recesso Escolar!

Depois de um semestre de aprendizagem e descobertas, agora é hora de descansar e repor as energias! Não esqueçam que dia 12 de Julho estaremos de volta! Tenham um bom descanso!!!
Até breve.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Festa de São João - Luiz Gonzaga - O rei do baião!


Um Rei do Nordeste
A Escola Adélia Leal Ferreira realizará amanhã o encerramento do projeto de Luiz Gonzaga, vamos todos comemorar e apreciar as atividades dos nossos alunos e alunas.
Visitem o blog e acompanhem as novidades: www.umreidonordeste.blogspot.com




Trabalhando o Gênero Entrevista

Apresentações dos grupos sobre o Gênero Entrevista.
A turma da 8ª série A, entrevistou a professora Valdeilza, equipe do SAMU, entre outros, aplicando a estrutura do gênero estudado neste bimestre: a Entrevista.
Parabéns a todos e todas que realizaram as atividades!






terça-feira, 12 de junho de 2012




Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O Assalto - Luís Fernando Veríssimo

Alô? Quem tá falando?
— Aqui é o ladrão.
— Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
— Não, os funcionário tá tudo refém.
— Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
— Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
— Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
— Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
— Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
— Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
— Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
— Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um sequestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
— Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
— Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
— Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
— Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
— Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
— Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(um minuto depois)
— Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
— Puxa, que incrível!
— Incrive por que? Tu achava que era menos?
— Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
— Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
— Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
— Nadica de nada, já ta tudo acertado!
— Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(De repente, ouvem-se tiros, gritos)
— Ih, sujou! Puliça!
— Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado)
— Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!

                  

domingo, 13 de maio de 2012

Festa das Mães - Escola Adélia Leal Ferreira

Feliz Dia das Mães! 
O grupo Cochichando Poesias participou da festa das mães sussurando poemas.Foi uma noite muito bonita com a escola repleta de mães, como vocês podem conferir em nossa galeria de fotos!















segunda-feira, 7 de maio de 2012

Dia 07 de Maio - Dia do Silêncio


Com tanto barulho por toda parte, que tal exercitarmos hoje o silêncio!

Vida de Acompanhante - Carlos Eduardo Novaes

Ana teve que fazer uma pequena intervenção cirúrgica e me convidou para ser seu acompanhante na casa de saúde. Bem, normalmente evito passar até na porta de um hospital (atravesso sempre para o outro lado da rua, receoso de apagar diante de um bafo mais forte de éter). Aquela situação, porém, não me permitia simplesmente bater em retirada. Mesmo assim, o medo falou mais alto e bem que tentei cair fora:

- Escuta, Ana, quero lhe dizer que me sinto profundamente honrado com o convite que você me faz para ser seu partner no hospital mas... Será que vai pegar bem? Será que o pessoal do hospital não vai reparar de você ter o próprio marido como acompanhante? Você sabe como é esse pessoal de hospital, fala demais. Vão dizer que você é uma mulher absorvente, ciumenta, que não larga o marido nem para ser operada.
- Se você não quiser ir - disse ela muito segura - eu chamo outra pessoa.
- Não, Ana. Que é isso? Eu vou, claro. Tamos aí, firme e forte. O problema é que não tenho muita experiência. Talvez pudéssemos chamar outra pessoa para ir com a gente. Na minha vida, só entrei como acompanhante em baile de formatura. O convite do hospital dá direito a levar quantos acompanhantes?
- Um. Um só. E vai ser você. Ou será que você está com medo?
- Quem, eu? - dei aquela do machão. - Você não me conhece... Sou uma fera braba dentro de um hospital.
- Tenho a impressão de que você está com medo.

Não adianta fingir, pensei. Resolvi me entregar:
- Morrendo, Ana. Tô morrendo de medo. Não sei se vou agüentar. Tenho pavor de entrar em hospital, aquele clima, aquele cheiro... Veja, já estou suando só de pensar.
- fique tranqüilo - disse ela me afagando - não precisa se preocupar. Não vou deixá-lo sozinho.
- Você jura? Mas e quando você estiver na sala de cirurgia, quem vai tomar conta de mim?
- Fique calmo, bobinho. Deixo minha irmã tomando conta de você. Eu volto logo. Qualquer coisa, estarei ao seu lado.

A conversa foi muito reconfortante. Ana procurou me dar força e, depois de ouvi-la durante três horas, senti que já estava psicologicamente preparado para enfrentar a situação de acompanhante.

- Não precisa ficar nervosa - disse ao vê-la tensa - vai correr tudo bem: não vou dar nenhum trabalho. - Restava saber o que faz um acompanhante. Liguei para uma amiga que, no ano passado, acompanhou quatro parentes (foi até eleita a Acompanhante do Ano) e perguntei se havia necessidade de levar uma maletinha de primeiros socorros com gaze, esparadrapo, mercuriocromo.

- Só se a operação fosse no meio da selva - disse ela.
Fique descansado, acompanhante é uma boa. Só tem que chamar a enfermeira, apanhar um copo de água de vez em quando... Acompanhante trabalha menos do que vice-presidente da República.
Pouco antes de partirmos para a casa de saúde fomos arrumar a mala. Tudo era novo pra mim. Não tinha a menor idéia de como deve se vestir um acompanhante. Ana empilhava suas camisolas, enquanto eu permanecia parado olhando - com um olhar bovino- para o armário.
- Que tal levar um calção de banho? - perguntei.
- Prum hospital?
- Nunca se sabe, pode pintar um piquenique com as enfermeiras. Acho que vou levar também minha roupa de tênis.

Ana espantou-se.

- É a única roupa branca que tenho. Nos hospitais não andam todos de branco?
- E pra que a raquete?
- Que pergunta, Ana! Pra não ser confundido com um médico, claro.

No fundo, talvez quisesse me convencer de que iríamos apenas passar um meio de semana fora. Saímos. Ana, como é natural, mostrava-se apreensiva com a operação e quando paramos na recepção do hospital a enfermeira não teve a menor dúvida sobre quem era o paciente: eu. Lívido, trêmulo, transparente, preenchendo a ficha, ainda ouvi a enfermeira perguntar a Ana se minha operação era delicada. Foi a última coisa que ouvi. Sem muito preparo para respirar aquele cheiro de hospital, desmontei no chão. Armou-se a maior confusão. Deitado num sofá de portaria ouvia todos gritando à minha volta:
- Levem-no para o CTI - gritou um.
- Tragam uma maca. Uma maca!
- Vamos operá-lo imediatamente.

Uma ambulância - comecei a berrar, esperneando - chamem uma ambulância!
- Não precisa. O senhor já está num hospital.
- Por isso mesmo. Chamem uma ambulância pra me tirar daqui!

A um canto, braços cruzados, Ana assistia à cena. Custei um pouco a me refazer. Subimos ao apartamento no terceiro andar aonde Ana iniciaria os preparativos para a cirurgia. Entramos e estávamos por ali inspecionando o quarto - eu muito branco - quando chegou uma enfermeira e nem se deu ao trabalho de perguntar quem iria ser operado. Virou-se para mim e ordenou:
- Tire a roupa.

A ordem me apanhou de surpresa. Afinal passei horas arrumando minha mala, não custava nada alguém me informar que o acompanhante devia ficar nu. Contrariado, olhei firme para a enfermeira e como não gostei do seu jeito resolvi desafiá-la:

- Tire você primeiro.
- Mas... mas eu não vou ser operada.
- Nem eu.
- Mas, então, que é que o senhor está fazendo deitado na cama do paciente?

A enfermeira obrigou-me a levantar. Como? Com dor de cabeça, falta de ar, tonto, só consegui sair carregado por ela e por Ana. As duas me botaram sentado numa cadeira de fórmica. Às dezessete horas, Ana iniciou os preparativos preliminares para a operação (marcada para as vinte e uma e trinta). Nesse momento, entrou uma atendente trazendo uma bandeja com alguns pratos e colocou-a na minha frente:
- o senhor não vai comer? Levantei a tampa: arroz, verduras, batata frita, uma coxinha de galinha.
- Não, obrigado. Já almocei.
- Isso é o jantar.

Ah, sim, desculpe - disse conferindo o relógio. - Meu relógio parou... Estou certo que ainda são cinco horas. Que horas são para eu acertar o meu?
- Cinco horas.
- Cinco horas? Jantar às cinco? Não, obrigado - a atendente foi saindo; chamei na porta: - por favor, você pode me dizer a que horas servem o almoço? É que só acordo depois das oito. Talvez precise botar o despertador.

Ana deitou-se para repousar enquanto aguardava o momento de seguir para a sala de cirurgia. Passando mal, muito mal, tentei fazer o mesmo. Olhei ao redor e não vi outra cama. Será que o acompanhante além de jantar às cinco horas, tem que dormir em pé? Ana me apontou um sofá que virava cama.

Será que dá para você armar pra mim, Ana? Estou passando tão mal. Não me agüento em pé.
O sofá, quebrado, só abria de um lado. Acompanhante, pensei, é tratado como a mosca do cavalo do bandido. Tive que me ajeitar, para caber no sofá, como uma Calói dobrável. Ficamos ali os dois deitados, em silêncio. De vez em quando, passando mal, pedia a Ana para pegar um copo de água, para fechar a cortina. Às vinte e trinta entraram no quarto o médico, seu auxiliar e o anestesistas, todos da Aeronáutica (Ana foi operada por uma junta militar. Aliás, constatei que os militares são muito melhores na medicina do que no poder). Queriam ver como estava a paciente:

- Primeiro aqui, senhores - gritei estirado na cama. - Aqui, por favor. Eu pedi primeiro. Estou sentindo uma fisgada aqui, com vontade de vomitar, o corpo todo me dói... Estou ficando doente aqui nesse hospital.

Os médicos me disseram que estava tudo bem. Não acreditei, é claro. Senti que queriam se descartar logo do acompanhante para examinar a paciente. Continuei ali, gemendo, sofrendo horrores, até o momento em que as enfermeiras entraram com a cama de rodinhas para levar Ana. Foi um momento dos mais dramáticos. Agarrei-me como pude na cama. As enfermeiras me empurraram e saíram com Ana. Fui me arrastando pelo corredor, aos gritos:
Socorro! Por favor, não me deixem sozinho neste quarto. Socorro!

Nem vi quando Ana voltou da sala de cirurgia. Estava completamente dopado. Passamos os dois uma noite difícil. Várias vezes fui obrigado a chamar a enfermeira para me acudir. Elas entravam no quarto e quando viam que era para atender o acompanhante, soltavam um muxoxo e se retiravam contrariadas. Um completo desprezo. Dia seguinte, não sei o que seria de mim sem a Ana para me levar ao banheiro, para me dar remédio, para apanhar um copo de água. Felizmente, correu tudo bem.

Ontem, Ana voltou para casa. Eu continuo no hospital. Devo ficar ainda por mais dois dias convalescendo da operação dela.

terça-feira, 24 de abril de 2012

O Lenhador Honesto


                          
Esse texto foi adaptado de uma história escrita por Emile Pondsson, que teve por inspiração um poema de Jean de La Fontaine (1621-1695)
      Há muito tempo, numa floresta verdejante e silenciosa, próximo a um riacho de águas cristalinas e espumantes corredeiras, vivia um pobre lenhador que trabalhava muito para sustentar a família. Todos os dias, empreendia a árdua caminhada floresta adentro, levando ao ombro seu afiado machado. Partia sempre e assobiando contente, pois sabia que, enquanto tivesse saúde e o machado, conseguiria ganhar o suficiente para comprar o pão de que a família precisava.
      Um dia, estava ele cortando um enorme carvalho perto do rio. As lascas voavam longe e o barulho do machado ecoava pela floresta com tanta força que parecia haver uma dúzia de lenhadores trabalhando.
      Passado algum tempo, resolveu descansar um pouco. Recostou o machado na árvore e virou-se para se sentar, mas tropeçou numa raiz velha e retorcida e esbarrou no machado; antes que pudesse pegá-la, a ferramenta caiu ribanceira abaixo, indo parar no rio!
      O pobre lenhador vasculhou as águas tentando encontrar o machado, mas aquele trecho era fundo demais. O rio continuava correndo com a mesma tranquilidade de sempre, ocultando o tesouro perdido.
- O que hei de fazer? Perdi o machado! Como vou dar de comer aos meus filhos? – gritou o lenhador.
      Mal acabara de falar, surgiu de dentro do riacho uma bela mulher. Era a fada do rio que viera até a superfície ao ouvir o lamento.
- Por que você está sofrendo tanto? –perguntou em tom todo amável. O lenhador contou o que acontecera e ela mergulhou em seguida, tornando a aparecer na superfície segundos depois com um machado de prata.
- É este o machado que você perdeu?
      O lenhador pensou em todas as coisas lindas que poderia comprar para os filhos com toda aquela prata! Mas o machado não era o dele, e balançou a cabeça, dizendo: - Meu machado era de aço.
      A fada das águas colocou o machado de prata sobre a barranca do rio e tornou a mergulhar. Voltou logo e mostrou outro machado ao lenhador:
- Talvez este machado seja seu, não?
- Não, não! Esse é de ouro! Vale muito mais do que o meu.
      A fada das águas depositou o machado de ouro sobre a barranca do rio. Mergulhou mais uma vez. Tornou a subir à tona. Desta vez, trouxe o machado perdido.
- Esse é o meu! É o meu, sim; sem dúvida!
- É o seu –disse a fada das águas -, e agora também são seus os outros dois. É um presente do rio, por você ter dito a verdade.
      Á noitinha, o lenhador empreendeu a árdua caminhada de volta para casa com os três machados às costas, assoviando contente e pensando em todas as coisas boas que eles iriam trazer para sua família.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

19 de Abril - Dia do Índio



                     História do Dia do Índio
        Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

                         Origem da data 
        Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos.                                                         Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.
No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

                  Comemorações e importância da data 

         Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais. 
         Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.

terça-feira, 17 de abril de 2012

18 de Abril - Dia de Monteiro Lobato

Dia de Monteiro Lobato - 18 de Abril


José Bento Renato Monteiro Lobato (Taubaté, 18 de abril de 1882 – São Paulo, 4 de julho de 1948)[1] foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel ("Contos da Carochinha") da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O Presidente Negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939).

quinta-feira, 12 de abril de 2012

É hora de avaliar o que aprendemos neste bimestre! 
 Esforçar o máximo para obter os melhores resultados, afinal vocês nasceram para brilhar!!
Boa sorte galera!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Momento de confraternização - Páscoa

Um momento especial de confraternização da nossa Páscoa. Tempo de refletir e pensar em que podemos ser melhores.Que Deus nos abençoe sempre!





Torta da 8ª Série A

Minha amiga doce "Carol" - 8ª Série A

Meu amigo doce "Lucas" - 8ª Série A

 Minhas "amigas de chocolate" - Rosário e Dayse

sexta-feira, 6 de abril de 2012


Todos estamos muito estarrecidos com a perda de nossa querida Vanessa;a morte é inexplicável, dolorida e injusta.

A imagem que devemos guardar dela é de uma menina alegre, inteligente, amiga, linda por dentro e por fora.

Você vai estar sempre em nossos corações, fique com Deus Vanessa.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dissertações do 2° Ano A - Escola Adélia Leal Ferreira

A partir do texto publicado na Revista Veja, da autora Lya Luft, chamado Elegia do amigo morto, os alunos e alunas do 2° Ano A, fizeram um debate mediado por mim e logo após escreveram sobre suas impressões.Dentre as produções escritas escolhi algumas para compartilhar com todos vocês.

Título: Uma das consequências da desobediência
Aluna: Gabriela Oliveira Januário dos Santos

      Quando recebemos a notícia que alguém que amamos infelizmente se foi, não temos pensamentos e nem atos de imediato, na hora tudo para; apenas seus nervos começam a trabalhar mais que o normal, e um grande buraco parece estar sendo cavado em seu coração. Naquele exato momento a única coisa que queremos ouvir é que houve um engano.
      Mas de repente, você sente algo salgado em sua boca, são os olhos chorando, é a enorme dor que passou a existir no seu peito. E vem logo pensamentos dos melhores momentos, inesquecíveis, que nem mesmo o tempo seria capaz de apagar de tão forte que é.
     Um grande aperto passa a tomar o lugar do seu coração, uma dor insuportável, muitas vezes pensamos besteira, mas depois percebemos que não valeria a pena fazer tal injustiça consigo mesmo, as pessoas começam a surgir, muitas tomadas pela a força da curiosidade, outras para dar uma palavra de conforto, mas nunca conseguimos entender, achamos inútil escutar: "É assim mesmo, temos que entender, se conforme..."
       Sabemos disso, só que é muito difícil quando existe sentimentos. Com o tempo nos conformamos e entendemos que isso é da vida, chorar, sorrir, sofrer, sentir felicidade, sentir dor e passar. Lembre-se que tudo na vida passa, até ela mesma.

Título: "A morte não é o fim, mas uma transformação"
Aluna: Elielma Maria da Silva Santos

       Como superar a tristeza, a dor de perder uma pessoa tão querida e amada? Sofrimento, rancor? As pessoas não querem aceitar que o ente querido se foi e não voltará. 
      Homenagens para quando for um dia você olhar para trás e falar: - fiz a homenagem porque ele mereceu e sempre esteve ao meu lado nas horas que mais precisei.-  Se vão e não voltam, com o tempo vamos superar, pouco a pouco, iremos sempre lembrar dessa pessoa tão querida, que quando estava viva nos deu tanto carinho e amor.
       Apesar de tudo pensamos que temos de ter fé e que devemos dar valor as pessoas queridas da nossa vida, pois perdemos quem amamos rapidamente e as vezes não fomos capazes de reconhecer o valor que cada uma tinha, não reconhecendo o que ela fez.
      Por essas pessoas especiais devemos aproveitar a vida ao máximo nunca esquecendo de valorizar e respeitar quem a gente ama.


Título: O que não pode ser esquecido
Aluna: Maria Aparecida dos Anjos

      E então chegou o fim. Se foram os bons braços que jamais nos abraçarão outra vez, lábios que não chamarão mais o nosso nome, como se fosse o mais lindo de todos os nomes, olhos que não vão mais nos olhar, como se fossemos a pessoa mais importante do mundo, a mais bela.
      A princípio a morte parece ter o poder de destruir tudo, olhando de longe é o fim, mas não é. Não  há como esquecer aqueles que nos foram tão raros, com momentos felizes ou tristes, com seu brilho que nos encantou. Diante de um sentimento de perda, há uma dor que desejamos gritar, que passe logo desesperadamente ou que dure e permaneça, porque as vezes parece ser tudo que nos resta.
      Estranhamente, se há algum poder na morte, é o de eternizar as pessoas, pois passamos a valorizá-las como nunca. Nos agarramos a tudo que ele fez, aquele que perdemos, palavras, gestos, objetos, enfim "a saudade eterniza a presença de quem se foi".
       Finalmente o segredo está em deixar que os nossos mortos moram. Para nós que ficamos nos é deixada a difícil tarefa de continuar vivendo, encarando a vida com a certeza de que a morte não é o fim, mas uma etapa da vida que pela qual todos nós passaremos um dia. A morte não significa  o fim, mas o início de outra vida.
      
      



Resultado de álcool e direção.


Mensagem de Páscoa






Quem é Jesus?
(Autor Desconhecido)

Em Química , Ele transformou a água em vinho;
Em Biologia, Ele nasceu sem ter tido uma concepção normal;
Em Física, Ele superou a gravidade quando Ele ascendeu ao Céu;
Em Economia, Ele subverteu a lei dos rendimentos decrescente ao alimentar 5.000 pessoas com 2 peixes e 5 pães;
Em Medicina, Ele curou doente e os cegos sem administrar absolutamente nenhum remédio;
Em História, Ele é o começo e o fim;
Em Direito, Ele disse que deveria ser chamado de Filho do Pai, Principe da Paz;
Em Religião, Ele disse que ninguém chega ao Pai se não for através dEle.
Quem é Jesus?
O maior Homem da História:
Não tinha servos, ainda assim o chamavam de Senhor;
Não tinha escolaridade, ainda assim o chamavam de Mestre;
Não tinha remédios, ainda assim o chamavam de curador;
Não tinha exércitos, ainda assim os Reis o temiam;
Não travou batalhas militares, ainda assim conquistou o mundo;
Não cometou crime, ainda assim CRUCIFICARAM-NO;
Foi enterrado em uma tumba, ainda assim Ele vive hoje e eternamente.

"Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nosas transgressões e moído pelas nossas inimizades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados". (Isaias 53.4,5)