terça-feira, 24 de abril de 2012

O Lenhador Honesto


                          
Esse texto foi adaptado de uma história escrita por Emile Pondsson, que teve por inspiração um poema de Jean de La Fontaine (1621-1695)
      Há muito tempo, numa floresta verdejante e silenciosa, próximo a um riacho de águas cristalinas e espumantes corredeiras, vivia um pobre lenhador que trabalhava muito para sustentar a família. Todos os dias, empreendia a árdua caminhada floresta adentro, levando ao ombro seu afiado machado. Partia sempre e assobiando contente, pois sabia que, enquanto tivesse saúde e o machado, conseguiria ganhar o suficiente para comprar o pão de que a família precisava.
      Um dia, estava ele cortando um enorme carvalho perto do rio. As lascas voavam longe e o barulho do machado ecoava pela floresta com tanta força que parecia haver uma dúzia de lenhadores trabalhando.
      Passado algum tempo, resolveu descansar um pouco. Recostou o machado na árvore e virou-se para se sentar, mas tropeçou numa raiz velha e retorcida e esbarrou no machado; antes que pudesse pegá-la, a ferramenta caiu ribanceira abaixo, indo parar no rio!
      O pobre lenhador vasculhou as águas tentando encontrar o machado, mas aquele trecho era fundo demais. O rio continuava correndo com a mesma tranquilidade de sempre, ocultando o tesouro perdido.
- O que hei de fazer? Perdi o machado! Como vou dar de comer aos meus filhos? – gritou o lenhador.
      Mal acabara de falar, surgiu de dentro do riacho uma bela mulher. Era a fada do rio que viera até a superfície ao ouvir o lamento.
- Por que você está sofrendo tanto? –perguntou em tom todo amável. O lenhador contou o que acontecera e ela mergulhou em seguida, tornando a aparecer na superfície segundos depois com um machado de prata.
- É este o machado que você perdeu?
      O lenhador pensou em todas as coisas lindas que poderia comprar para os filhos com toda aquela prata! Mas o machado não era o dele, e balançou a cabeça, dizendo: - Meu machado era de aço.
      A fada das águas colocou o machado de prata sobre a barranca do rio e tornou a mergulhar. Voltou logo e mostrou outro machado ao lenhador:
- Talvez este machado seja seu, não?
- Não, não! Esse é de ouro! Vale muito mais do que o meu.
      A fada das águas depositou o machado de ouro sobre a barranca do rio. Mergulhou mais uma vez. Tornou a subir à tona. Desta vez, trouxe o machado perdido.
- Esse é o meu! É o meu, sim; sem dúvida!
- É o seu –disse a fada das águas -, e agora também são seus os outros dois. É um presente do rio, por você ter dito a verdade.
      Á noitinha, o lenhador empreendeu a árdua caminhada de volta para casa com os três machados às costas, assoviando contente e pensando em todas as coisas boas que eles iriam trazer para sua família.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

19 de Abril - Dia do Índio



                     História do Dia do Índio
        Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

                         Origem da data 
        Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos.                                                         Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.
No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

                  Comemorações e importância da data 

         Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais. 
         Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.

terça-feira, 17 de abril de 2012

18 de Abril - Dia de Monteiro Lobato

Dia de Monteiro Lobato - 18 de Abril


José Bento Renato Monteiro Lobato (Taubaté, 18 de abril de 1882 – São Paulo, 4 de julho de 1948)[1] foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel ("Contos da Carochinha") da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O Presidente Negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939).

quinta-feira, 12 de abril de 2012

É hora de avaliar o que aprendemos neste bimestre! 
 Esforçar o máximo para obter os melhores resultados, afinal vocês nasceram para brilhar!!
Boa sorte galera!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Momento de confraternização - Páscoa

Um momento especial de confraternização da nossa Páscoa. Tempo de refletir e pensar em que podemos ser melhores.Que Deus nos abençoe sempre!





Torta da 8ª Série A

Minha amiga doce "Carol" - 8ª Série A

Meu amigo doce "Lucas" - 8ª Série A

 Minhas "amigas de chocolate" - Rosário e Dayse

sexta-feira, 6 de abril de 2012


Todos estamos muito estarrecidos com a perda de nossa querida Vanessa;a morte é inexplicável, dolorida e injusta.

A imagem que devemos guardar dela é de uma menina alegre, inteligente, amiga, linda por dentro e por fora.

Você vai estar sempre em nossos corações, fique com Deus Vanessa.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dissertações do 2° Ano A - Escola Adélia Leal Ferreira

A partir do texto publicado na Revista Veja, da autora Lya Luft, chamado Elegia do amigo morto, os alunos e alunas do 2° Ano A, fizeram um debate mediado por mim e logo após escreveram sobre suas impressões.Dentre as produções escritas escolhi algumas para compartilhar com todos vocês.

Título: Uma das consequências da desobediência
Aluna: Gabriela Oliveira Januário dos Santos

      Quando recebemos a notícia que alguém que amamos infelizmente se foi, não temos pensamentos e nem atos de imediato, na hora tudo para; apenas seus nervos começam a trabalhar mais que o normal, e um grande buraco parece estar sendo cavado em seu coração. Naquele exato momento a única coisa que queremos ouvir é que houve um engano.
      Mas de repente, você sente algo salgado em sua boca, são os olhos chorando, é a enorme dor que passou a existir no seu peito. E vem logo pensamentos dos melhores momentos, inesquecíveis, que nem mesmo o tempo seria capaz de apagar de tão forte que é.
     Um grande aperto passa a tomar o lugar do seu coração, uma dor insuportável, muitas vezes pensamos besteira, mas depois percebemos que não valeria a pena fazer tal injustiça consigo mesmo, as pessoas começam a surgir, muitas tomadas pela a força da curiosidade, outras para dar uma palavra de conforto, mas nunca conseguimos entender, achamos inútil escutar: "É assim mesmo, temos que entender, se conforme..."
       Sabemos disso, só que é muito difícil quando existe sentimentos. Com o tempo nos conformamos e entendemos que isso é da vida, chorar, sorrir, sofrer, sentir felicidade, sentir dor e passar. Lembre-se que tudo na vida passa, até ela mesma.

Título: "A morte não é o fim, mas uma transformação"
Aluna: Elielma Maria da Silva Santos

       Como superar a tristeza, a dor de perder uma pessoa tão querida e amada? Sofrimento, rancor? As pessoas não querem aceitar que o ente querido se foi e não voltará. 
      Homenagens para quando for um dia você olhar para trás e falar: - fiz a homenagem porque ele mereceu e sempre esteve ao meu lado nas horas que mais precisei.-  Se vão e não voltam, com o tempo vamos superar, pouco a pouco, iremos sempre lembrar dessa pessoa tão querida, que quando estava viva nos deu tanto carinho e amor.
       Apesar de tudo pensamos que temos de ter fé e que devemos dar valor as pessoas queridas da nossa vida, pois perdemos quem amamos rapidamente e as vezes não fomos capazes de reconhecer o valor que cada uma tinha, não reconhecendo o que ela fez.
      Por essas pessoas especiais devemos aproveitar a vida ao máximo nunca esquecendo de valorizar e respeitar quem a gente ama.


Título: O que não pode ser esquecido
Aluna: Maria Aparecida dos Anjos

      E então chegou o fim. Se foram os bons braços que jamais nos abraçarão outra vez, lábios que não chamarão mais o nosso nome, como se fosse o mais lindo de todos os nomes, olhos que não vão mais nos olhar, como se fossemos a pessoa mais importante do mundo, a mais bela.
      A princípio a morte parece ter o poder de destruir tudo, olhando de longe é o fim, mas não é. Não  há como esquecer aqueles que nos foram tão raros, com momentos felizes ou tristes, com seu brilho que nos encantou. Diante de um sentimento de perda, há uma dor que desejamos gritar, que passe logo desesperadamente ou que dure e permaneça, porque as vezes parece ser tudo que nos resta.
      Estranhamente, se há algum poder na morte, é o de eternizar as pessoas, pois passamos a valorizá-las como nunca. Nos agarramos a tudo que ele fez, aquele que perdemos, palavras, gestos, objetos, enfim "a saudade eterniza a presença de quem se foi".
       Finalmente o segredo está em deixar que os nossos mortos moram. Para nós que ficamos nos é deixada a difícil tarefa de continuar vivendo, encarando a vida com a certeza de que a morte não é o fim, mas uma etapa da vida que pela qual todos nós passaremos um dia. A morte não significa  o fim, mas o início de outra vida.
      
      



Resultado de álcool e direção.

video

Mensagem de Páscoa






Quem é Jesus?
(Autor Desconhecido)

Em Química , Ele transformou a água em vinho;
Em Biologia, Ele nasceu sem ter tido uma concepção normal;
Em Física, Ele superou a gravidade quando Ele ascendeu ao Céu;
Em Economia, Ele subverteu a lei dos rendimentos decrescente ao alimentar 5.000 pessoas com 2 peixes e 5 pães;
Em Medicina, Ele curou doente e os cegos sem administrar absolutamente nenhum remédio;
Em História, Ele é o começo e o fim;
Em Direito, Ele disse que deveria ser chamado de Filho do Pai, Principe da Paz;
Em Religião, Ele disse que ninguém chega ao Pai se não for através dEle.
Quem é Jesus?
O maior Homem da História:
Não tinha servos, ainda assim o chamavam de Senhor;
Não tinha escolaridade, ainda assim o chamavam de Mestre;
Não tinha remédios, ainda assim o chamavam de curador;
Não tinha exércitos, ainda assim os Reis o temiam;
Não travou batalhas militares, ainda assim conquistou o mundo;
Não cometou crime, ainda assim CRUCIFICARAM-NO;
Foi enterrado em uma tumba, ainda assim Ele vive hoje e eternamente.

"Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nosas transgressões e moído pelas nossas inimizades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados". (Isaias 53.4,5)